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06 de Maio de 2026

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Geral Sábado, 07 de Março de 2026, 09:23 - A | A

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Polilaminina: entenda o que é, para que serve e onde encontrar

A polilaminina é uma medicação experimental desenvolvida a partir de uma proteína chamada laminina, estudada como alternativa para auxiliar na recuperação de movimentos em pessoas que sofreram lesões graves na medula espinhal, principalmente após traumas recentes na coluna.

A substância é produzida com proteínas derivadas da placenta humana, que ajudam a organizar as células do corpo. No tratamento experimental, ela atua como uma espécie de “andaime biológico”, favorecendo o crescimento e a reconexão dos nervos nas áreas lesionadas da medula.

A aplicação da polilaminina é feita por meio de injeção diretamente na medula espinhal. No entanto, o medicamento ainda não possui aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para comercialização no Brasil e, atualmente, só pode ser utilizado em pesquisas clínicas controladas.

Para que serve

A polilaminina vem sendo estudada principalmente para casos de:

  • Lesões recentes na medula espinhal;

  • Traumas graves na coluna vertebral que afetam os nervos.

O objetivo do tratamento experimental é estimular a regeneração dos nervos e contribuir para a recuperação da função motora após danos neurológicos.

Essas aplicações ainda fazem parte de estudos conduzidos por pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e não representam, até o momento, um tratamento aprovado para uso amplo na população.

Como funciona

A polilaminina atua imitando a laminina, uma proteína natural do organismo responsável por ajudar na organização das células e dos tecidos.

Quando ocorre uma lesão na medula espinhal, as conexões entre os nervos podem ser interrompidas, dificultando a comunicação entre o cérebro e o restante do corpo. Ao ser aplicada no local da lesão, a polilaminina funciona como uma estrutura de suporte que orienta o crescimento dos nervos, permitindo que eles se reconectem de forma mais organizada.

Com isso, pesquisadores investigam se a substância pode contribuir para a recuperação de movimentos em pacientes com lesões medulares.

Fonte: Tua Saúde

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