O câncer de esôfago costuma evoluir de forma discreta nas fases iniciais, o que faz com que muitos casos sejam descobertos apenas em estágios mais avançados.
Apesar de não ser um dos tumores mais comuns, apresenta comportamento agressivo e alta taxa de mortalidade.
Por que o diagnóstico é tardio?
O esôfago raramente provoca sintomas no início da doença.
Isso permite que o tumor se desenvolva por longos períodos sem sinais claros, dificultando a identificação precoce.
Quando os sintomas aparecem, geralmente a doença já está em estágio mais avançado.
Sinais de alerta
O principal sintoma é a dificuldade para engolir (disfagia), que evolui gradualmente.
Outros sinais incluem:
- Perda de peso sem causa aparente
- Sensação de alimento parado
- Dor ao engolir
- Rouquidão persistente
- Tosse frequente
- Engasgos e regurgitação
Entre os principais fatores associados estão:
- Tabagismo
- Consumo de álcool
- Refluxo gastroesofágico crônico
- Esôfago de Barrett
- Obesidade
- Idade acima de 50 anos
Como prevenir
- Evitar cigarro e álcool
- Manter peso saudável
- Tratar o refluxo
- Ter alimentação equilibrada
- Procurar avaliação médica diante de sintomas
Diagnóstico
O principal exame é a endoscopia digestiva alta, que permite visualizar o esôfago e realizar biópsias quando necessário.
Pessoas com fatores de risco devem ter acompanhamento médico regular.
Atenção
Mudanças na forma de engolir ou desconfortos persistentes não devem ser ignorados.
A identificação precoce pode fazer grande diferença no tratamento.
Fonte: CNN Brasil
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